sábado, fevereiro 20, 2016

Máquina de Vendas unifica bandeiras City Lar e Ricardo Eletro em Mato Grosso


Unificação da bandeira City Lar com a logomarca Ricardo Eletro começa em março
Unificação da bandeira City Lar com a logomarca Ricardo Eletro começa em março
A City Lar terá a marca Ricardo Eletro agregada ao seu nome a partir de março. Todas as cinco bandeiras pertencentes ao Grupo Máquina de Vendas passarão a adotar a logomarca Ricardo Eletro ainda em 2016. Diante a unificação, a Ricardo Eletro passará a ser a bandeira com maior número de lojas no varejo de eletroeletrônicos do país, com cerca de mil pontos de vendas em 23 estados e no Distrito Federal.

A Máquina de Vendas é hoje a terceira maior varejista de móveis e eletroeletrônicos do Brasil. A holding foi criada em março de 2010 resultado da fusão das varejistas Insinuante (da Bahia) e Ricardo Eletro (de Minas Gerais). Em junho de 2010 a holding incorporou-se a City Lar, em 2011 a Eletro Shopping (de Pernambuco) e as Lojas Salfer (de Santa Catarina) em 2012.


O processo de unificação das bandeiras começa em março e será gradativamente, segundo o Grupo Máquina de Vendas.

O CEO do Grupo Máquina de Vendas e fundador da Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, explica que a característica regional das bandeiras, no caso de Mato Grosso a City Lar, continuará regendo a atuação da companhia.

"Respeitamos a marcas locais, inclusive deixaremos as duas bandeiras convivendo juntos em todas as lojas, juntos somos mais fortes. Valorizar essas peculiaridades regionais foi fundamental para o sucesso da Máquina de Vendas. Vamos manter essa cultura de mix de produto, o atendimento e as ofertas serão customizadas para agradar a todos os perfis de clientes onde quer que eles estejam", afirma Ricardo Nunes.

A unificação da logomarca da Ricardo Eletro as bandeiras da City Lar, Insinuante, Eletro Shopping e Salfer é considerado um passo importante pela Máquina de Vendas na integração das empresas.

O Grupo Máquina de Vendas explica que apenas os portais especializados (E-Colchão, Mala Mix, Kangoolu, Cipela e Clube do Ricardo) que fazem parte do grupo terão suas operações individuais mantidas, como ocorre hoje.

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